Marcus Vasconcelos, Advogado

Marcus Vasconcelos

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Sobre mim

Advogado no Escritório Onofre & Vasconcelos Advogados Associados
Sou advogado, com atuação voltada à pessoas físicas e pessoas jurídicas de pequeno e médio porte, cuja atividade desenvolvida abranja as áreas de Direito Previdenciário e Direito do Trabalho, as quais possuo pós-graduação, e experiências de sucesso na advocacia com o Direito Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal e Civil, bem como legislação de trânsito. Valorizo as experiências profissionais inovadoras, as quais trazem consigo grandes desafios e responsabilidades. Busco com elas o aprimoramento das práticas profissionais, pois delas desenvolvemos a eficiência da atividade jurídica na advocacia, resultando no respeito às pessoas e à ética profissional.

Principais áreas de atuação

Direito do Consumidor, 29%

É um ramo do direito que lida com conflitos de consumo e com a defesa dos direitos dos consumidor...

Direito Civil, 29%

É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

Direito Previdenciário, 23%

É um ramo do direito público surgido da conquista dos direitos sociais no fim do século XIX e iní...

Direito do Trabalho, 17%

Conjunto de normas jurídicas que regem as relações entre empregados e empregadores, são os direit...

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Brayan Chaves Muhlen, Advogado
Brayan Chaves Muhlen
Comentário · há 11 anos
Tenho pena dos acadêmicos de Direito que conheço, incluindo os que ingressam agora no curso e também os que estão se formando; mal sabem o que os aguarda aqui fora.
Ser advogado autônomo tem sido uma decepção. Por mais de ano busquei vaga em escritórios de minha cidade e, em 90% deles, recebi a mesma orientação: "Envia um currículo por email e, se aparecer uma oportunidade, marcamos uma entrevista" . Tive de fazer um esforço econômico-familiar gigantesco para abrir meu pequeno local de trabalho.
Os 10% restantes? Jamais retornaram meu contato.
É engraçado. O Código de Ética veda que se cobre abaixo da tabela, mas agasalha a advocacia pro bono. Melhor ainda: entende-se que os honorários ostentam caráter alimentar, mas sequer posso anunciar meus serviços com liberdade; quer a OAB que seus inscritos (os pequenos e, muitas vezes, atuantes solitários) morram de fome?
Previ esses dias a meu irmão que, em cinco anos, ninguém mais advogará. Renovo a previsão aqui, com um adendo: não precisará esperar tudo isso, antes do prazo já não haverá tantos entusiastas da profissão.
Amo o que faço, sou verdadeiramente apaixonado pelo Direito, mas pretendo cumprir o lapso exigido como prática jurídica e me dedicar a um concurso. Pobres daqueles que, no primeiro semestre de faculdade, alardeiam que "farão justiça", mudarão o mundo ou coisa do tipo. Quebrarão a cara. Vejo amigos que estão na academia e ainda acalentam o sonho dourado do Direito. Desgastei o meu, dia a dia a pós me formar.
A cereja do bolo, agora, seria a supressão do Exame de Ordem. Aí, sim, irei vender picolés na praia.
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